O propósito era conhecer um pouco mais de Darwin e do seu trabalho, bem como de tantos outros estudiosos que investiram a sua vida a preparar uma boa base para que hoje em dia possamos reconhecer melhor a biodiversidade que nos rodeia (desde que li um conto do Mia Couto que nunca mais deixo de sorrir perante este termo =D ver "Pensageiro Frequente" | Mia Couto).

Se dentro da agora restaurada casa Andresen (onde cresceu Sophia de Mello Breyner) foi para aprender muito graças aos resumos de um amigo que por sinal é entendido na matéria (não tivesse já lá estado e andasse a azucrinar as cabeças de miúdos com estes temas da biologia =D), o exterior foi tão só acerca de aproveitar o bom tempo e o rolo que tinha acabado de por na máquina que já me vai surpreendendo com este tipo de resultados. Espero que gostem...

Felizmente tenho amigos com uma perspicácia enorme, que alinham nestas palhaçadas e que topando isso a léguas, me deixam, ainda que por momentos, matar saudades =D

Segundo o Orlando, esta é a flor por detrás da forma esquisita como dança o senhor dos Radiohead no vídeo da canção com o mesmo nome =D


Rigor científico em prática =)









Há algo de errado no ADN destes dois =)
Eu que sou de economia aproveito a diversidade da flora como me parece melhor... e não é que apesar do aspecto aparentemente frágil aquilo pica mesmo???? =D

Tanto quanto nos pareceu, a zona das estufas antigas guarda oportunidades brutais para quem gosta de fotografia (há workshops preparados para Junho no âmbito de fotografia da natureza...). Não ousamos quebrar regras, mantivemo-nos por fora mas havemos de lá voltar para fotografar tudo de fio-a-pavio com a devida permissão, claro =)




Aconselho!!!!
PF





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